Sigo de volta!

Pensamento do dia

"Para quem pensa, sente, logo: Existe!"

terça-feira, 21 de maio de 2013

A corrida...


Éramos milhões de vidas minúsculas na corrida contra o tempo. Fizemos um esforço tremendo a fim de chegar ao centro. Sofremos involuntariamente, não éramos dotados de consciência, não havia condições favoráveis para tal, por isso não sentíamos tanto, e não sabíamos por qual motivo precisávamos chegar ao centro, mas algo nos movia instintivamente para que pudéssemos chegar lá. Deixamos milhões de outras vidas para trás, essas que ficaram morreram no caminho, mas nós vencemos. Chegamos em primeiro lugar. Agora vivemos outra corrida contra o tempo, uma corrida maçante, repleta de dificuldades, todos por um mesmo objetivo: encontrar a FELICIDADE...

quinta-feira, 9 de maio de 2013

MISS PARAÍBA 2013 OFICIAL

João Pessoa sedia Miss Paraíba mini - mirim - juvenil - 2013.
Promete ser um grande evento da cidade!

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Questione!



A incerteza na maioria das vezes reprime o ser humano, e ao mesmo tempo faz dele um julgador insano. Condenar a ousadia alheia que contraria corajosamente os dogmas que o faz permanecer assim é uma tendência humana quase que natural. Talvez por ser submissa ao desconhecido, grande parte da humanidade mostra certo desinteresse na obtenção de conhecimentos novos, por temer a percepção de que sua essência seja a mesma de si próprio. Mergulhar no desconhecido é uma ação corajosa de poucos, nem toda humanidade tem a coragem de dar esse “mergulho”. Quem ousa não temer o desconhecido corre sérios riscos de se dar mal, ou não. As possibilidades são infinitas em cada viés de ação, e a incerteza é o que gera impulso para tal. Por traz do desconhecido hão de existir tesouros, ou apenas mais incógnitas a serem desvendadas.  O importante nisso tudo é que o tesouro maior que se acumula em nosso ser é o CONHECIMENTO, e esse não tem preço. Por isso questione, sempre!

sábado, 27 de abril de 2013

Amor em demasia






Assim como voam os pássaros livres,
Meus pensamentos voam de encontro aos teus,
As nuvens decoram o horizonte desconhecido,
No fundo dos desejos mais sentidos,
Lá está o seu amor alinhando-se ao meu...

Olhe para o horizonte,
Agora olhe mais além,
Enxergue depois dele,
A distância que há,

Entre nós e ele,
É tamanho do amor,
Que há entre você e eu.


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Le Petit Prince

        

     Um livro escrito em francês, por um escritor Francês, dividido em 27 capítulos, editado pela Agir Editora Ltda., traduzido em diversas línguas e que ganhou o mundo. Falo do livro “Le Petit Prince”, conhecido em Portugal como “O Principezinho”, e no Brasil como “O Pequeno Príncipe”, foi escrito, narrado e ilustrado pelo aviador francês Antoine de Saint-Exupéry (29 de junho de 1900, Lyon– 31 de julho de 1944, Mar Mediterrâneo) e publicado no ano de 1943 nos  Estados Unidos. Teve a primeira edição em português publicada no ano de 1952, suas 94 páginas foram traduzidas por Dom Marcos Barbosa. 
    O “Pequeno Príncipe”, ou “O Principezinho” (em Portugal), foi escrito durante o exílio nos Estados Unidos, pelo qual Exupéry passou. O livro virou filme, tornou-se uma das obras literárias mais famosas do mundo. Considerado um clássico da literatura mundial, segundo seu site oficial foi o livro mais vendido no mundo, cerca de 140 milhões de exemplares vendidos, e é a terceira obra literária que teve o maior número de traduções, ficando atrás apenas da “Bíblia” e do livro “O Peregrino”. 
     Partindo de uma narrativa particular do autor, a história desse livro começa com um pedido de desculpas às crianças, por ter sido dedicado para quem o autor chama de “pessoas grandes”, argumentando que: “Todas as pessoas grandes foram um dia crianças, mas poucas se lembram disso.” (EXUPÉRY, 1943, p. 02). Exupéry conta sobre alguns fatos que marcaram sua infância. Um desses fatos foi quando ele aos 6 anos de idade, ao ver num livro uma gravura de uma jibóia engolindo uma fera, achou aquilo interessante, resolveu então fazer o seu primeiro desenho. Esse desenho representava justamente a imagem daquela jibóia com um elefante dentro. Essa imagem na visão das “pessoas grandes” parecia mais um chapéu do que uma jibóia com um elefante na barriga. 
     O desinteresse dos adultos para com a criatividade aguçada de Exupéry, fez com que ele desistisse do seu sonho de ser desenhista, tornando-se então um piloto de avião. Numa de suas viagens, seu pequeno avião entrou em pane deixando-o perdido no deserto do Saara. Como se encontrava sozinho, ele mesmo se pôs a tentar consertar seu avião, por isso usou as técnicas da mecânica. Passadas muitas horas de trabalho naquele concerto, o piloto logo adormeceu. No dia seguinte foi surpreendido com a voz da sua própria imaginação, era a voz de uma criança pedindo que ele desenha-se um carneirinho, quando despertou os olhos, viu um príncipe loiro, super carismático, foi aí que começou toda uma aventura no mundo do “Pequeno Príncipe”. 
     O principezinho é uma criança sonhadora, curiosa e muito carismática, fruto da imaginação de Exupéry, que mantém um diálogo com o príncipe no decorrer dessa história. O piloto e o principezinho começam uma linda amizade, onde um aprenderia com o outro, todos os segredos possíveis. A partir daí, o príncipe começa a relatar suas fantasias, seus sonhos, e seus questionamentos sobre todas as coisas que rege a vida. 
     Em busca de conhecimento, o príncipe parte para uma viajem pelo universo a fora. Nessa viagem se depara com diversos personagens simbólicos: Um rei que se achava o dono do mundo, pois vivia só no seu próprio mundo. Um contador, (homem de negócios), que não tinha tempo para sonhar, não acreditava muito que os sonhos pudessem se tornar reais e se dizia uma pessoa muito séria. Um geógrafo que se achava muito sabido, mas não sabia nada sobre a geografia do seu próprio planeta. Um bêbado que bebia para esquecer a vergonha que sentia por ser um viciado. Uma raposa muito cautelosa e bastante inteligente, e que a ela coube o papel de ensinar como cativar um amigo. Uma linda rosa muito vaidosa e metida, porem sentimental e verdadeira. E uma serpente, a vilã dessa história, muito traiçoeira e venenosa. Cada personagem trás consigo uma história de vida, que nos remete a profundas reflexões sobre diversas situações que a vida nos proporciona. 
      O Pequeno Príncipe vive num planeta muito pequeno, porem não menos importante que os demais planetas. Pois esse planeta é sua casa, a casa que ele cuida diariamente e nela se encontra seus maiores tesouros. Tem uma amizade verdadeira com a única rosa de seu planeta, cuida de 3 vulcões diariamente. Uma das lições que podemos observar é quando o príncipe faz a seguinte indagação ao Piloto: “Se alguém ama uma flor da qual só exista um exemplar em milhões e milhões de estrelas [..] se o carneiro come a flor, é, para ele, como se todas as estrelas se repentinamente se apagassem! E isto não tem importância?” (EXUPÉRY, 1943, p. 14), de fato muitos adultos não dão a mínima importância às coisas simples da vida, pois as julgam como inúteis, mesmo sendo úteis a elas. 
    Após ter viajado pelo universo e conhecido diversos planetas, e em cada planeta ter conhecido uma figura ilustre, como, a raposa, o geógrafo, o rei, o bêbado, e o contador. O Pequeno Príncipe volta para o Planeta Terra cheio de conhecimento, pois cada figura daquela, o fez aprender muitas coisas sobre “as pessoas grandes”, aquelas figuras na verdade representavam as “pessoas grandes” por suas atitudes serem parecidas com as tais. 
    Já no Planeta Terra, junto com o piloto, o príncipe em certo momento de distração é surpreendido com uma picada de uma cobra venenosa. Naquele momento já sabia que era hora de partir. Dito e feito! O príncipe voltara para o lugar de onde veio, deixando alem da saudade, muitas lições para o aviador Antoine de Saint Exupéry, e também para todos os leitores que vez ou outra resolvem reler essa obra. 
     As curiosidades mais simples que toda criança tem na sua mais pura genuinidade, aquele príncipe também tinha. Para cada pergunta, uma resposta, para cada resposta, uma lição: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.” (EXUPÉRY, 1943, p. 72), esse foi um dos segredos revelado pela raposa ao Pequeno Príncipe, que se cativaram um ao outro pela sincera amizade que acabara de nascer. 
   Embora “Le Petit Prince” aparente ser um livro infantil, suas reflexões são muito mais direcionadas às “pessoas grandes”, como bem frisa o autor Saint-Exupéry quando se refere aos adultos, por isso não se encaixa na categoria da literatura infantil, no entanto, isso não impede que crianças possam lê-lo, compreender suas mensagens e refletir sobre elas. 
    Esse livro é daqueles que nos prende a atenção, e nos “cativa” por suas singelas reflexões. De uma sensibilidade impar, Exupéry conseguiu dar vida a essa história através de simples palavras e com isso tocar a alma do leitor. Esta é uma fábula mesclada a fatos reais, que nos faz voltar no tempo de fantasias, num tempo em que todo adulto gostaria de voltar, o tempo de criança. 
    “Le Petit Prince” é uma fábula adorável e encantadora. Por essa razão é recomendável a qualquer pessoa, seja ela adulta ou criança, não importa a idade, pois o aviador Antoine de Saint-Exupéry de maneira sábia reconheceu carinhosamente cada pessoa, cada gesto, cada sentimento, cada mundo particular que habita no coração de uma criança, através de suas mensagens presentes na linda, mágica e comovente história do “Pequeno Príncipe”. 

Jailson Batista dos Santos, estudante de Pedagogia, com área de aprofundamento em Educação do Campo, UFPB.

quinta-feira, 14 de março de 2013

P o e s i a


Ela brota de uma ideia,
do cérebro a caminho do coração,
percorre mais um pouco até chegar nas mãos,
ganha vida num papel sem cor,
os sentimentos são seus temas mais profundos,
na alegria, na nostalgia ou na dor,
nunca é demasiado falar de amor,
em ti o amor se cria,
hoje é seu dia,
parabéns,
p o e s i a !

quarta-feira, 13 de março de 2013

Tudo é transformável...


Assim como o sangue circula em minhas veias e percorre todo meu corpo involuntariamente, o universo também circula  e tudo nele é movimento. Cada partícula aparentemente indivisível e invisível a olho nu tem alguma função nele. Nada é inútil, como também não são inúteis as células que compõem meu sangue e todo resto de mim. Tudo faz parte do universo, porque ele é o próprio mundo em si. Tudo nele é mutável, e assim como meu sangue que se recicla a cada volta em meu corpo, cada parte da matéria nesse universo existente também é reciclável, porque nada nele é perdido, tudo é transformável.

domingo, 3 de março de 2013

Meu ser

O que dizer a respeito do meu ser, se "ser ou não ser" é a questão?

Nestes últimos 27 anos e algumas horas de vida, nada tem sido mais complicado, do que essa afirmação diária, de que quase tudo no mundo vai muito além da minha compreensão. Não me conheço por completo. Seria uma façanha definir o que sou. Porque o que sou, é relativo aos olhos de quem me vê de longe ou de perto, e a meu ver, também não me sinto completo. Estou em constante processo de construção. Nesse processo me faço, tento, acerto, erro, e refaço. O pior e o melhor de mim misturam-se dentro de mim, e tudo se une a essência de ser personalidade. Sou humano como qualquer um, só não sou um qualquer, pois não sou objeto. Tenho sentimentos. Sentimentos bons e/ou ruins, mas tenho. É essa ambiguidade de sentimentos, que faz de mim um ser imperfeito, igual aos outros seres imperfeitos, e ao mesmo tempo diferente de todos por ser único. Não há outro de mim. Por isso não há palavras que me definam, ou podem ater haver, mas prefiro não usá-las, porque o que sou é indefinido, e também isso pouco importa. O importante do meu ser, não é o "ser", nem tampouco o "não ser". O mais importante é o que esse "ser" e esse "não ser" que é meu, faz com aquilo que fazem de mim, assim obtendo resultados negativos ou positivos, na melhor das hipóteses.  Rotulações à mim não são bem vindas, ações positivas sim! Assim como não há verdade absoluta sobre nada, não tenho certeza absoluta sobre nada, e isso pode ser contestável, porque até o 'nada' pode ser alguma coisa, inclusive 'tudo'. Mas alguma coisa eu haverei de ser. As possibilidades me rodeiam e eu vou ao encontro delas, procurar a felicidade plena, mesmo que possa parecer impossível. A esperança é a que me move, afinal é ela a "ultima que morre", e certamente é a que move a vida de muitos desse mundo em movimento. Da vida sou um viajante, um curioso aprendiz. Vou caminhando de vagar. A eternidade é quem me espera. Não tenho pressa em ser feliz. A fé no Divino é o que me mantém de pé, mesmo sem seguir nenhuma religião, creio em Deus. Ele é força, é positividade. Essa força positiva é o que me faz continuar caminhando.

Arrisco-me apenas em dizer que sou imperfeito, complexo, incompleto, mutável, mortal, e ainda HUMANO!

sexta-feira, 1 de março de 2013

Átomo


Quanto mistério guardado,
Nesse pequeno ponto existencial,
Ponto em constante movimento,
Empurrando e sendo empurrado,
Pela força das energias,
Energias positivas, neutras e negativas,
Energias que surgem,
Do aparentemente ‘nada’,
Desaparecem e reaparecem,
E retornam ao movimento...
Movimento incessante no ‘vácuo’,
Misterioso ‘vácuo’, 
Que não impede o universo de girar,
Quando? Onde? Como? 
E por que todo esse mistério existencial?...
Continuemos com essa sina,
A sina de não parar de questionar,
A cada descoberta, 
Um novo paradigma,
A cada paradigma,
Um novo mistério à desvendar!

(Jajá)

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Quem nos dera!


 
Quem nos dera!
Se a felicidade fosse um pecado,
Por repetição,
Se ela fosse comum,
Banalizada,
Repetidamente,
Frequentemente,
Vivenciada pela emoção,
Quem nos dera!
Se ela fosse um clichê,
Um constante viver,
Um chavão,
Quem nos dera!
Se ela deixasse de ser sonho,
Ou uma ilusão,
Quem nos dera!
Não?

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